Nó. Nó de marinheiro. Nó do dedo. Nó cego. Nó de cachorro. Que esquisito! Nó de cordel. Nó em linha. Nó em corda. Nó na garganta. É uma tristeza só. Nó na tripa. Isso dói. Nó na vida. Nó atado, apertado. Nó cego. Nó bonito, bem feito. Nó de gravata. Nó feio, enroscado. Nó que une. Nó que impede, que separa. Nó da questão. Nó de corrente. Nó de madeira. Nó firme. Nó solto. Nó de porco. Nó direito. Nó torto. Nó com cobertura de coco ralado. Hum!!! Gostoso! Nó no cabelo. Aí! Horrível! Procurei e não achei o nó do tempo. Acredite, se você procurar, vai achar mais um montão de nó. Mas, no tempo? Não tem não. É difícil até de achar o tempo, isso para não dizer impossível. Se você não acha o tempo, como vai achar o nó no dito cujo. Aliás, estou percebendo que quem levou o nó fui eu, perdi meu tempo. Falei de tanto nó, não cheguei a nenhuma conclusão e o tempo se foi.
Publicado por: sulafailde | fevereiro 8, 2010
O nó do tempo
Publicado em Crônicas | Tags: Crônica, nó no tempo, tempo