Publicado por: sulafailde | Julho 23, 2008

Processo manual de produção do óleo de côco babaçu

Cacho de côco babaçu na natureza.

O côco cai quando está maduro e é recolhido e quebrado pelas mulheres quebradeiras.

O côco quebrado ao meio para vizualização de suas castanhas. 

 As castanhas são levadas ao fogo para torrar.

 Depois de torradas as castanhas são “pisadas” no pilão até quebrá-las bem.

Depois de quebradas no pilão são moídas e o produto é levado ao fogo em um panela com água. Após a fervura o óleo separa-se da água e é coletado pelas quebradeiras para uso alimentar.

O óleo, prouto final deste processo, que é utilizado para cozinhar os alimentos, da mesma forma que é utilizado o óleo de soja.

Publicado por: sulafailde | Julho 23, 2008

Os Meios de Comunicação, a Propaganda Eleitoral e o Idoso

Resumo 

 

 O trabalho, por meio de teorias comunicacionais e pesquisa empírica, verifica uso dos meios de comunicação pelo político, em particular a televisão, buscando identificar o processo de mediação pelo receptor. Utiliza questionários como coleta de dados e aponta como principal resultado a i mportância dos meios de comunicação na divulgação do horário gratuito de propaganda eleitoral ,veiculado na televisão, para o idoso. Conclui que as mediações exercem significativa influência nas decisões dos receptores.

Ver na íntegra  clique aqui 

 

 

 

28/05/2008 – Milena Botelho

Reconhecendo o grande trabalho realizado por um grupo de estudantes do Curso de Comunicação Social da UFT – Universidade Federal do Tocantins na produção do documentário “Mulheres na quebradeira”, a Seduc – Secretaria da Educação e Cultura vai encaminhar uma cópia do vídeo a todas as regionais de ensino para uso nos cursos de formação de professores.

O documentário, que fez parte do projeto de conclusão de curso das alunas Sulamita Failde, Suely Ribeiro e Luana Barros, conta a saga de mulheres que desafiam a fragilidade feminina e mostram bravura e coragem na labuta diária da coleta e quebra do coco babaçu. O vídeo retrata ainda a defesa da natureza e a luta das quebradeiras de coco do bico do papagaio pela consolidação da lei do babaçu livre.

Em nota enviada à secretária da Educação, Maria Auxiliadora Seabra Rezende, profª Dorinha, as alunas agradeceram o apoio dado pelo órgão para a realização do projeto. “Devido às dificuldades financeiras enfrentadas pela maioria dos estudantes em nosso país, podemos declarar sem medo de errar que sem o apoio da Seduc não teríamos realizado o documentário”, diz Sulamita Failde, uma das idealizadoras do projeto.

A universitária Luana Barros contou que o documentário recebeu nota máxima da banca examinadora. “Nós não nos esquecemos de quem nos proporcionou a oportunidade de por em prática os conhecimentos teóricos que recebemos”, reforça.

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